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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Eixo paralelo ao eixo de rotação da Terra




O artista destaca também sua participação na Sky Art Conference, em 1986, primeira comunicação via satélite de artistas brasileiros com colegas CVS-MIT (Boston e Toronto). Em 1987, Valle construiu a estrutura metálica que fica na praça central da Unicamp, que denominou Eixo paralelo ao eixo de rotação da terra. “É uma escultura que aponta para o centro de rotação das estrelas no céu”, esclarece. Como artista convidado da Bienal de 1989, Marco do Valle foi um dos quatro brasileiros que mereceram elogios do New York Times, com Topografias Artificiais – simuladas com chapas de aço onduladas formando um plano e construções de lençol de borracha. “O trabalho também fazia uma referência a Willys de Castro e Lygia Clark, era um pós-concreto-neoconcreto brasileiro”, define.

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/setembro2005/ju303pag12.html

Ajuste do ano terrestre!!!!

Rotação do planeta cada vez mais lenta A rotação da terra está a abrandar ainda que muito lentamente e de vez em quando é necessário acrescentar um segundo ao nosso tempo atómico para manter os relógios em linha. Pedro Russo explicou que “o facto se deve a nível físico, em termos de astronomia, a uma série de efeitos como tremores de terra e à dissipação de energia”. Para evitar esta situação, de tempos a tempos, acertam-se os relógios para se voltarem a sincronizar com a atrasada Terra. Desde 1972 que se começou a introduzir este segundo a mais. O ano de 2005 foi o último ano a gozar do ajustamento e prevê-se que o próximo seja daqui por cinco anos. Em 700 anos poderíamos ter quase uma hora de diferença se o acerto não fosse feito. “Desde há mais de um século, ou seja, desde que temos a possibilidade de medir a rotação da terra é que os investigadores se aperceberam deste desfasamento no tempo”, acrescentou o astrónomo. Para Pedro Russo, este segundo deve ser bem aproveitado e considera-o especialmente importante por acontecer na altura em que se prepara o Ano Internacional de Astronomia. É sempre uma oportunidade para aproveitar mais um segundo do velho 2008 e para digerir as passas antes da entrada de 2009.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=28783&op=all

Parabolicamará


Antes mundo era pequeno
Porque Terra era grande
Hoje mundo é muito grande
Porque Terra é pequena
Do tamanho da antena Parabolicamará

Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará

Antes longe era distante
Perto só quando dava
Quando muito ali defronte
E o horizonte acabava
Hoje lá trás dos montes den'de casa camará

Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará

De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação

Pela onda luminosa
Leva o tempo de um raio
Tempo que levava Rosa
Pra aprumar o balaio
Quando sentia
Que o balaio ía escorregar

Ê volta do mundo, camará
Ê ê, mundo dá volta, camará

Esse tempo nunca passa
Não é de ontem nem de hoje
Mora no som da cabaça
Nem tá preso nem foge
No instante que tange o berimbau

Meu camaráÊ volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará

De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação

De avião o tempo de uma saudade

Esse tempo não tem rédea
Vem nas asas do vento
O momento da tragédia Chico Ferreira e Bento
Só souberam na hora do destino Apresentar

Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará

domingo, 4 de janeiro de 2009

Ciência e Arte

Contam os eletrons
para registrar a passagem
do incólume tempo

A busca física
de precisar o tempo
Imutável tempo

Passado
Presente
Futuro

No Decaimento do Isotopo atômico do carbono - 14
Na precisão do relógio de Césio - 133
Nos Calendários Astronômicos da Antiguidade
Ano Solar , Ano Lunar

Na medida da expansão do universo
A Precisão do Big Bang - O ínicio
de todo tempo, de toda era

Análogio
Digital
Abstrato Tempo

Cometa Hale-Bopp



Crédito: Philip Perkins.Esta espectacular fotografia foi obtida pelo astro-fotógrafo Philip Perkins (http://www.astrocruise.com/ ) durante a sua expedição de 2 semanas ao sul de França para observar o cometa Hale-Bopp. Este cometa, mostrando as suas duas caudas, a iónica e a de poeiras, de uma forma bem visível nesta imagem, passou junto à Terra no ano de 1997, e foi visível a olho nu um pouco por toda a Europa. Esta foto foi tirada em Abril de 1997 com o auxílio de uma câmara com uma lente de 55 mm, após uma exposição de 25 segundos.

Fases de Vênus