
O que aconteceu em Vista Alegre
Nas escolas da cidade de Coronel Vivida e aos visitantes da cratera de Vista Alegre, é distribuído um folheto em três versões (português, espanhol e inglês), elaborado pelo professor Alvaro Crósta e por alunos do Instituto de Geociências e produzido pela Mineropar. O folheto explica que asteróides viajam pelo espaço a velocidades de 4.000 a 26.000 km/h e, por isso, a energia liberada pelo impacto tem proporções colossais. Estima-se que para formar aquela cratera, a energia foi equivalente a 250 mil bombas iguais à que destruiu a cidade de Hiroshima. As imagens dos satélites mostram uma depressão circular, com diâmetro de 9,5 km, circundada por serras que correspondem às bordas da cratera.
Além da profunda deformação das rochas basálticas existentes no local, outro efeito do impacto foi a elevação do fundo da cratera, de modo semelhante ao que ocorre quando uma pedra cai sobre a água. Este fenômeno provocou a ascensão de camadas de arenitos da Formação Botucatu, que estavam a centenas de metros de profundidade. Fragmentos desses arenitos, de cor esbranquiçada, ainda podem ser encontrados em alguns pontos dentro da cratera.
http://www.trilhaseaventuras.com.br/diarioviagem/images/fernando_geoturismo08.jpg
http://www.panoramio.com/photo/2768773
http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/abril2009/ju426_pag05.php
Nas escolas da cidade de Coronel Vivida e aos visitantes da cratera de Vista Alegre, é distribuído um folheto em três versões (português, espanhol e inglês), elaborado pelo professor Alvaro Crósta e por alunos do Instituto de Geociências e produzido pela Mineropar. O folheto explica que asteróides viajam pelo espaço a velocidades de 4.000 a 26.000 km/h e, por isso, a energia liberada pelo impacto tem proporções colossais. Estima-se que para formar aquela cratera, a energia foi equivalente a 250 mil bombas iguais à que destruiu a cidade de Hiroshima. As imagens dos satélites mostram uma depressão circular, com diâmetro de 9,5 km, circundada por serras que correspondem às bordas da cratera.
Além da profunda deformação das rochas basálticas existentes no local, outro efeito do impacto foi a elevação do fundo da cratera, de modo semelhante ao que ocorre quando uma pedra cai sobre a água. Este fenômeno provocou a ascensão de camadas de arenitos da Formação Botucatu, que estavam a centenas de metros de profundidade. Fragmentos desses arenitos, de cor esbranquiçada, ainda podem ser encontrados em alguns pontos dentro da cratera.
http://www.trilhaseaventuras.com.br/diarioviagem/images/fernando_geoturismo08.jpg
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