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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
sábado, 31 de janeiro de 2009
Noites Singelas

A Chuva de meteoritos que
suplanta os céus límpidos
na noite ampla , repleta
de desejos prosaicos
A brevidade instantânea, efêmero
Exparsos compondo a atmosfera
registrados aleatórios, ostensivos
Limite entre o tênue e etéreo
De certo, imperceptíveis alheios
preenchem estados e vagam
entre as constelações planificadas
e suas influências astrológicas
Sobre aqueles que habitam
abaixo do céus, no seio de Gaia
acima do tártaro, rios e mares
E caminham em firmes terras
suplanta os céus límpidos
na noite ampla , repleta
de desejos prosaicos
A brevidade instantânea, efêmero
Exparsos compondo a atmosfera
registrados aleatórios, ostensivos
Limite entre o tênue e etéreo
De certo, imperceptíveis alheios
preenchem estados e vagam
entre as constelações planificadas
e suas influências astrológicas
Sobre aqueles que habitam
abaixo do céus, no seio de Gaia
acima do tártaro, rios e mares
E caminham em firmes terras
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Eixo paralelo ao eixo de rotação da Terra

O artista destaca também sua participação na Sky Art Conference, em 1986, primeira comunicação via satélite de artistas brasileiros com colegas CVS-MIT (Boston e Toronto). Em 1987, Valle construiu a estrutura metálica que fica na praça central da Unicamp, que denominou Eixo paralelo ao eixo de rotação da terra. “É uma escultura que aponta para o centro de rotação das estrelas no céu”, esclarece. Como artista convidado da Bienal de 1989, Marco do Valle foi um dos quatro brasileiros que mereceram elogios do New York Times, com Topografias Artificiais – simuladas com chapas de aço onduladas formando um plano e construções de lençol de borracha. “O trabalho também fazia uma referência a Willys de Castro e Lygia Clark, era um pós-concreto-neoconcreto brasileiro”, define.
http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/setembro2005/ju303pag12.html
http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/setembro2005/ju303pag12.html
Ajuste do ano terrestre!!!!
Rotação do planeta cada vez mais lenta A rotação da terra está a abrandar ainda que muito lentamente e de vez em quando é necessário acrescentar um segundo ao nosso tempo atómico para manter os relógios em linha. Pedro Russo explicou que “o facto se deve a nível físico, em termos de astronomia, a uma série de efeitos como tremores de terra e à dissipação de energia”. Para evitar esta situação, de tempos a tempos, acertam-se os relógios para se voltarem a sincronizar com a atrasada Terra. Desde 1972 que se começou a introduzir este segundo a mais. O ano de 2005 foi o último ano a gozar do ajustamento e prevê-se que o próximo seja daqui por cinco anos. Em 700 anos poderíamos ter quase uma hora de diferença se o acerto não fosse feito. “Desde há mais de um século, ou seja, desde que temos a possibilidade de medir a rotação da terra é que os investigadores se aperceberam deste desfasamento no tempo”, acrescentou o astrónomo. Para Pedro Russo, este segundo deve ser bem aproveitado e considera-o especialmente importante por acontecer na altura em que se prepara o Ano Internacional de Astronomia. É sempre uma oportunidade para aproveitar mais um segundo do velho 2008 e para digerir as passas antes da entrada de 2009.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=28783&op=all
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=28783&op=all
Parabolicamará

Antes mundo era pequeno
Porque Terra era grande
Hoje mundo é muito grande
Porque Terra é pequena
Do tamanho da antena Parabolicamará
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
Antes longe era distante
Perto só quando dava
Quando muito ali defronte
E o horizonte acabava
Hoje lá trás dos montes den'de casa camará
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
Pela onda luminosa
Leva o tempo de um raio
Tempo que levava Rosa
Pra aprumar o balaio
Quando sentia
Que o balaio ía escorregar
Ê volta do mundo, camará
Ê ê, mundo dá volta, camará
Esse tempo nunca passa
Não é de ontem nem de hoje
Mora no som da cabaça
Nem tá preso nem foge
No instante que tange o berimbau
Meu camaráÊ volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
De avião o tempo de uma saudade
Esse tempo não tem rédea
Vem nas asas do vento
O momento da tragédia Chico Ferreira e Bento
Só souberam na hora do destino Apresentar
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
Porque Terra era grande
Hoje mundo é muito grande
Porque Terra é pequena
Do tamanho da antena Parabolicamará
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
Antes longe era distante
Perto só quando dava
Quando muito ali defronte
E o horizonte acabava
Hoje lá trás dos montes den'de casa camará
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
Pela onda luminosa
Leva o tempo de um raio
Tempo que levava Rosa
Pra aprumar o balaio
Quando sentia
Que o balaio ía escorregar
Ê volta do mundo, camará
Ê ê, mundo dá volta, camará
Esse tempo nunca passa
Não é de ontem nem de hoje
Mora no som da cabaça
Nem tá preso nem foge
No instante que tange o berimbau
Meu camaráÊ volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
De avião o tempo de uma saudade
Esse tempo não tem rédea
Vem nas asas do vento
O momento da tragédia Chico Ferreira e Bento
Só souberam na hora do destino Apresentar
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
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