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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Násadásíyasúkta

Násadásíyasúkta
Texto indiano, aproximadamente séc. X a. C.
(Rig-Veda X, 129)


1. Então não havia nem o ser nem o não-ser.
Não havia o domínio do ar, nem céu além dele.
O que recobria isso? Onde, em que receptáculo?
Existia talvez um abismo imperceptível de água?
2. Não havia morte, nem imortalidade.
Não havia movimento, nem distinção entre dia e noite.
Aquele Um respirava por sua própria natureza, sem respirar.
Além dele nada existia.
3. Havia trevas ocultas em trevas.
A princípio tudo isto era um mar indistinto.
Havia um vazio envolto no nada.
Pelo fervor brotou e cresceu aquele Um.

Um comentário:

Wendell Bigato disse...

Fala Marcão, acompanhando aqui seu blog e aproveitando pra avisar que o meu está no ar http://www.apenasumbigato.blogspot.com/